Por que participar
A melhoria nasce de um problema da sua rotina. Quando ela entra em uso, quem sente a diferença primeiro é você.
A parte repetitiva sai da sua mão e sobra tempo para o que exige análise e experiência.
A melhoria fica registrada com o nome de quem propôs e participou da construção.
Você acompanha de perto como uma automação é pensada, testada e colocada em uso.
Quem participa das etapas é elegível para a bonificação, com valores definidos pela gestão.
Bonificação
Toda melhoria começa com alguém que percebe o problema. A bonificação reconhece quem vai além disso e leva a melhoria adiante junto com a TI.
Como funciona
É isso que torna a ideia elegível para a bonificação: intenção e disponibilidade para colaborar com o projeto até a solução estar em uso. Na prática, funciona assim.
Explica como a tarefa é feita, onde ela trava e quais exceções aparecem na rotina.
Separa documentos, planilhas, telas e situações fora do padrão, para a solução nascer do dia a dia e não de suposições.
Usa as versões de teste, aponta o que não funciona e confirma quando o resultado está certo.
Ajuda a colocar a solução em uso e sinaliza os ajustes que ainda forem necessários.
As etapas podem variar conforme o tipo de projeto.
Operação Dhuan
Tudo o que você simplifica passa a valer para todos que fazem a mesma etapa, em todos os processos. E o ganho não é só tempo: um dado que entra certo na primeira vez evita retificação, exigência e atraso na liberação da carga.
5 min
a menos numa conferência, por exemplo
× 40
vezes que essa conferência acontece por dia
= 70 h
por mês devolvidas à equipe
Grau de impacto
Uma das perguntas do formulário pede o grau de impacto da solução. Responda com base no que acontece hoje, sem superestimar. É essa resposta que orienta a ordem de prioridade, e uma estimativa inflada ocupa o lugar de uma melhoria que traria mais retorno.
Quantas vezes a tarefa acontece por dia, semana ou mês.
Quanto tempo ela leva a cada vez, do início ao fim.
Quantas pessoas ou áreas executam a tarefa ou dependem dela.
O que acontece quando dá errado: retrabalho, atraso na liberação da carga, multa ou desgaste com o cliente.
Preencha com números da sua rotina. O resultado ajuda a responder a pergunta de impacto do formulário com base em fatos.
A conta considera 21 dias úteis e 4,3 semanas por mês. Para comparar: uma tarefa de 2 horas feita uma vez por mês soma 2 horas. O risco não entra na conta, mas pesa na prioridade, então descreva no formulário o que acontece quando a tarefa dá errado.
Sem o número exato, faça uma estimativa conservadora e informe no formulário que se trata de uma estimativa.
Perguntas frequentes
Pode e deve. Uma tarefa curta que se repete todo dia costuma valer mais do que uma grande que acontece uma vez por mês. É nas melhorias pequenas e frequentes que está a maior parte do ganho.
Não. A parte técnica fica com a TI. O que você traz é o conhecimento do processo, e é ele que faz a solução funcionar na prática.
Porque o valor de uma ideia é difícil de medir antes de ela existir, e esse tipo de cálculo costuma virar disputa. A participação nas etapas é clara para todos e é o que de fato leva a melhoria até o uso.
Sim. Mesmo quando a ideia não avança naquele momento, você recebe o motivo.